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	<title>Nacional Ossos</title>
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	<link>Quando um procedimento cirúrgico corre bem, a tendência é atribuir o resultado ao que aconteceu no centro cirúrgico, ao gesto técnico, à decisão certa no momento certo, à experiência acumulada do cirurgião. Esses fatores importam, sem dúvida. Mas a cirurgia bem-sucedida é quase sempre o resultado de um processo que começa muito antes do paciente&#8230;</link>
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	<title>Nacional Ossos</title>
	<link>Quando um procedimento cirúrgico corre bem, a tendência é atribuir o resultado ao que aconteceu no centro cirúrgico, ao gesto técnico, à decisão certa no momento certo, à experiência acumulada do cirurgião. Esses fatores importam, sem dúvida. Mas a cirurgia bem-sucedida é quase sempre o resultado de um processo que começa muito antes do paciente&hellip;</link>
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		<title>Antes de uma cirurgia bem-sucedida, existe uma cadeia inteira de preparação que quase ninguém vê</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 17:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando um procedimento cirúrgico corre bem, a tendência é atribuir o resultado ao que aconteceu no centro cirúrgico, ao gesto técnico, à decisão certa no momento certo, à experiência acumulada do cirurgião. Esses fatores importam, sem dúvida. Mas a cirurgia bem-sucedida é quase sempre o resultado de um processo que começa muito antes do paciente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um procedimento cirúrgico corre bem, a tendência é atribuir o resultado ao que aconteceu no centro cirúrgico, ao gesto técnico, à decisão certa no momento certo, à experiência acumulada do cirurgião. Esses fatores importam, sem dúvida.</p>
<p>Mas a cirurgia bem-sucedida é quase sempre o resultado de um processo que começa muito antes do paciente entrar na sala de operação, e esse processo é sistematicamente subestimado.</p>
<p>O planejamento cirúrgico começa no diagnóstico por imagem e na leitura anatômica do caso específico. Não existe cirurgia genérica: existe a abordagem de uma fratura específica, em um paciente com uma morfologia específica, com uma história clínica que condiciona margens, riscos e objetivos. O cirurgião que entra no centro cirúrgico sem ter percorrido mentalmente esse caminho opera com menos informação do que deveria.</p>
<p>A simulação pré-operatória em modelos físicos tem mostrado valor consistente na literatura: redução do tempo cirúrgico, menor taxa de complicações intraoperatórias, melhora na seleção e no posicionamento de implantes. Quando o cirurgião já treinou a abordagem no modelo antes de executá-la no paciente, parte da incerteza foi administrada em ambiente controlado.</p>
<p>Isso é especialmente relevante em casos complexos: cirurgias de revisão, deformidades, traumas de alta energia, reconstruções. Situações em que a anatomia esperada não é a anatomia encontrada. Nesses casos, o planejamento não é protocolo burocrático. É o que separa uma intervenção que já foi pensada com profundidade de uma decisão tomada na urgência.</p>
<p>A Nacional Ossos disponibiliza modelos utilizados em planejamento cirúrgico e treinamento pré-operatório, permitindo que equipes simulem abordagens antes de executá-las no paciente.</p>
<p>Preparação não é excesso de cautela. É respeito pelo que está em jogo.</p>
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		<title>Bioética e inovação, uma conversa que o ensino em saúde ainda precisa ter de verdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:21:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A incorporação de simuladores, modelos anatômicos e ambientes de simulação transformou profundamente o ensino em saúde nas últimas décadas. Em muitos contextos, essas tecnologias permitiram ampliar acesso ao treinamento, reduzir limitações logísticas e criar experiências mais seguras para alunos e profissionais. Mas, junto com esse avanço, surgiu também uma discussão necessária: até que ponto a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A incorporação de simuladores, modelos anatômicos e ambientes de simulação transformou profundamente o ensino em saúde nas últimas décadas. Em muitos contextos, essas tecnologias permitiram ampliar acesso ao treinamento, reduzir limitações logísticas e criar experiências mais seguras para alunos e profissionais.</p>
<p>Mas, junto com esse avanço, surgiu também uma discussão necessária: até que ponto a substituição de métodos tradicionais representa, de fato, um ganho pedagógico, ético e técnico?</p>
<p>A resposta talvez esteja menos na tecnologia em si e mais na forma como ela é utilizada.</p>
<p>Historicamente, o ensino em áreas cirúrgicas esteve fortemente associado ao uso de peças cadavéricas, animais e treinamento direto em ambiente clínico. Esses métodos contribuíram de maneira decisiva para a formação de gerações de profissionais, mas também passaram a ser questionados sob perspectivas éticas, bioéticas e operacionais.</p>
<p>Questões relacionadas à disponibilidade de material biológico, biossegurança, sustentabilidade e bem-estar animal impulsionaram o desenvolvimento de alternativas de simulação cada vez mais sofisticadas.</p>
<p>Hoje, muitos modelos anatômicos conseguem reproduzir com alto grau de fidelidade estruturas ósseas, canais medulares, resistência mecânica e resposta a instrumentais. Isso ampliou significativamente as possibilidades de treinamento repetitivo e planejamento técnico em ambientes controlados.</p>
<p>Ao mesmo tempo, seria simplista tratar a substituição tecnológica como solução automática para todos os desafios formativos.</p>
<p>A experiência clínica continua envolvendo variáveis humanas, imprevisibilidade biológica, tomada de decisão sob pressão e interação com tecidos vivos. Nenhum simulador elimina completamente essa dimensão.</p>
<p>Talvez o ponto mais importante da discussão bioética contemporânea seja justamente abandonar a lógica de oposição entre métodos tradicionais e novas tecnologias. A questão não parece ser escolher entre um modelo ou outro, mas compreender como diferentes ferramentas podem ser utilizadas de maneira complementar, responsável e pedagogicamente consistente.</p>
<p>Nesse cenário, a simulação deixa de ocupar apenas um lugar tecnológico e passa a integrar uma discussão mais ampla sobre responsabilidade formativa. Treinar antes da prática clínica, reduzir exposição desnecessária, permitir repetição segura e ampliar acesso ao aprendizado também são decisões éticas.</p>
<p>A Nacional Ossos acompanha esse movimento desenvolvendo modelos anatômicos voltados à formação prática em medicina, odontologia e medicina veterinária, alinhados às demandas contemporâneas de treinamento, bioética e simulação realística.</p>
<p>No fim, talvez a pergunta mais relevante não seja até onde a tecnologia pode substituir métodos tradicionais, mas de que maneira ela pode contribuir para uma formação mais segura, ética e tecnicamente consistente.</p>
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		<title>O futuro da ortopedia aponta para intervenções cada vez menores e decisões cada vez mais precisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 19:31:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A redução do acesso cirúrgico foi, por muito tempo, tratada como um objetivo em si mesmo. Menos invasivo equivalia a melhor. A narrativa era sedutora: menos trauma tecidual, menor sangramento, recuperação mais rápida, menor tempo de internação. O que o amadurecimento das técnicas minimamente invasivas revelou, no entanto, é que a miniaturização do acesso exige [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A redução do acesso cirúrgico foi, por muito tempo, tratada como um objetivo em si mesmo. Menos invasivo equivalia a melhor. A narrativa era sedutora: menos trauma tecidual, menor sangramento, recuperação mais rápida, menor tempo de internação.</p>
<p>O que o amadurecimento das técnicas minimamente invasivas revelou, no entanto, é que a miniaturização do acesso exige uma ampliação proporcional da precisão. E que essa precisão não se adquire apenas com instrumentos melhores, mas com um nível diferente de preparação técnica.</p>
<p>Na ortopedia, isso é especialmente evidente. Procedimentos como artroscopias complexas, osteotomias guiadas por imagem e fixações percutâneas demandam que o cirurgião opere com margens mínimas de erro em campos visuais reduzidos. O gesto cirúrgico precisa ser mais refinado, não apenas diferente.</p>
<p>Isso tem consequências diretas para a formação. Um médico residente que aprende ortopedia aberta tem referências anatômicas visuais diretas. Quem aprende artroscopia precisa reconstruir mentalmente a tridimensionalidade da articulação a partir de um monitor bidimensional. São habilidades cognitivas e motoras distintas, e a curva de aprendizado de uma não é transferível automaticamente para a outra.</p>
<p>O crescimento das técnicas minimamente invasivas, portanto, não apenas transformou a prática clínica. Transformou o que precisamos ensinar e como precisamos ensinar. Os modelos de treinamento precisaram acompanhar: articulações com propriedades mecânicas realistas, canais de acesso que simulem resistência tecidual, superfícies que respondam ao instrumental com fidelidade suficiente para construir memória motora adequada.</p>
<p>O mercado de dispositivos minimamente invasivos em ortopedia segue crescendo de forma consistente, impulsionado tanto pela demanda dos pacientes quanto pela evolução dos implantes e do instrumental. A formação que não acompanhar essa curva vai produzir defasagem técnica, independentemente da qualidade do conhecimento teórico.</p>
<p>Precisão não é detalhe. É condição.</p>
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		<title>Quando o modelo responde como o tecido real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 12:10:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fidelidade biomecânica como fundamento do treinamento cirúrgico eficaz Quem já treinou uma técnica cirúrgica em um modelo genérico e depois encontrou resistência inesperada no tecido real conhece bem essa lacuna. Não é falta de estudo. É falta de realismo. O aprendizado de habilidades motoras finas, como as exigidas em ortopedia e traumatologia veterinária, depende de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fidelidade biomecânica como fundamento do treinamento cirúrgico eficaz</em></p>
<p>Quem já treinou uma técnica cirúrgica em um modelo genérico e depois encontrou resistência inesperada no tecido real conhece bem essa lacuna. Não é falta de estudo. É falta de realismo.</p>
<p>O aprendizado de habilidades motoras finas, como as exigidas em ortopedia e traumatologia veterinária, depende de algo que vai além da memorização de etapas: depende da repetição em condições que reproduzam, com fidelidade, as características mecânicas encontradas na prática clínica. Textura, densidade óssea, resposta aos instrumentais, comportamento do tecido à perfuração e à fixação. Cada um desses fatores interfere diretamente na forma como o profissional desenvolve percepção tátil, coordenação técnica e capacidade de tomada de decisão durante o procedimento.</p>
<p>Quando essas propriedades não estão presentes no treinamento, o aprendizado tende a se tornar incompleto. O profissional compreende a lógica da técnica, mas não desenvolve plenamente a leitura biomecânica do procedimento nem a capacidade de antecipar o comportamento real do tecido durante a intervenção.</p>
<p>Na ortopedia veterinária, essa diferença ganha ainda mais relevância. Procedimentos como redução de fraturas, osteossíntese e estabilização de membros exigem interpretação contínua da resistência óssea, da resposta da cortical e do comportamento da medular diante da instrumentação cirúrgica. Durante muitos anos, parte desse aprendizado ocorreu de forma improvisada, utilizando materiais como cabos de vassoura, blocos de madeira, tubos de PVC ou outros recursos adaptados para desenvolver coordenação motora, treinar perfurações ou simular a colocação de implantes. Embora tenham cumprido um papel importante em determinada fase da formação, esses materiais não reproduzem características anatômicas, densidades ósseas ou respostas mecânicas encontradas em um procedimento real. Com a crescente sofisticação das técnicas cirúrgicas e dos sistemas de fixação, tornou-se necessário avançar também nos métodos de treinamento. A qualidade da formação, nesse contexto, está diretamente relacionada ao grau de fidelidade anatômica e biomecânica oferecido pelos modelos utilizados, permitindo que o profissional desenvolva não apenas a execução dos movimentos, mas também a percepção tátil e o raciocínio necessários para interpretar o comportamento do tecido durante a cirurgia.</p>
<p>Por isso, os simuladores anatômicos vêm ocupando um papel cada vez mais importante na formação e no aperfeiçoamento técnico em medicina veterinária. Mais do que representar estruturas anatômicas, esses modelos buscam reproduzir propriedades mecânicas que permitam treinamento consistente, repetível e compatível com o uso de instrumentais reais. A possibilidade de executar perfurações, cortes, fixações e montagens em materiais que respondem de maneira próxima ao tecido ósseo amplia a transferência prática do aprendizado para o ambiente clínico.</p>
<p>Nesse cenário, a Nacional Ossos desenvolve uma linha de simuladores ortopédicos veterinários voltada a diferentes contextos de treinamento e aplicação técnica. Os modelos contemplam cães de pequeno, médio e grande porte, além de gatos e equinos, abrangendo múltiplas topografias anatômicas, padrões de fratura, deformidades ósseas e abordagens cirúrgicas específicas. A proposta é oferecer uma linha completa, com diferentes modelos desenvolvidos para necessidades distintas de estudo, planejamento e treinamento prático em medicina veterinária.</p>
<p>O realismo anatômico e biomecânico, nesse contexto, deixa de ser apenas um atributo visual. Ele se torna parte central da construção de competência técnica, permitindo que repetição, percepção tátil e domínio instrumental se aproximem de maneira mais consistente das condições encontradas na prática cirúrgica real.</p>
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		<title>Cirurgia estética orofacial e a nova etapa da odontologia brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecimento da especialidade reforça exigência técnica e amplia debate sobre formação profissional A recente publicação do Conselho Federal de Odontologia, em 20 de março, formalizando o reconhecimento da cirurgia estética orofacial como especialidade, marca um movimento importante dentro da odontologia contemporânea. Mais do que uma atualização regulatória, a decisão consolida um campo que vinha crescendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Reconhecimento da especialidade reforça exigência técnica e amplia debate sobre formação profissional</em></p>
<p>A recente publicação do Conselho Federal de Odontologia, em 20 de março, formalizando o reconhecimento da cirurgia estética orofacial como especialidade, marca um movimento importante dentro da odontologia contemporânea. Mais do que uma atualização regulatória, a decisão consolida um campo que vinha crescendo de maneira acelerada nos últimos anos, impulsionado pela integração entre funcionalidade, harmonia facial e demandas estéticas cada vez mais presentes na prática clínica.</p>
<p>O reconhecimento institucional reorganiza um setor que já movimentava cursos, protocolos, tecnologias e novas possibilidades de atuação profissional. Ao mesmo tempo, amplia a necessidade de discussão sobre formação qualificada, limites técnicos e aprofundamento anatômico em uma área cuja atuação exige precisão crescente.</p>
<p>A área envolve procedimentos realizados em tecidos moles da face, o que demanda conhecimento detalhado de anatomia facial, vascularização, inervação, proporções estéticas e dinâmica muscular. Em procedimentos muitas vezes milimétricos, pequenas variações técnicas podem impactar diretamente o resultado funcional e estético, além da segurança do paciente.</p>
<p>Nesse contexto, a formação continuada deixa de ocupar um papel complementar e passa a ser parte central da prática profissional. A consolidação da especialidade tende a estimular a expansão de cursos de capacitação, programas de aperfeiçoamento e metodologias de treinamento voltadas à construção de habilidade técnica com maior previsibilidade e segurança.</p>
<p>Esse movimento acompanha uma transformação mais ampla na educação em saúde. Em diferentes áreas, cresce a valorização de modelos de ensino que privilegiam treinamento prático, repetição controlada e compreensão tridimensional das estruturas anatômicas antes da aplicação clínica direta. A incorporação de recursos anatômicos, tecnologias de simulação e métodos de treinamento estruturado reflete uma mudança importante na forma como competências técnicas vêm sendo desenvolvidas.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a expansão da estética orofacial também amplia debates éticos e científicos sobre critérios de atuação, responsabilidade profissional e padronização de formação. Em um mercado altamente competitivo, o diferencial tende a migrar progressivamente da simples oferta de procedimentos para a qualidade técnica da execução e para a capacidade do profissional de atuar com segurança, previsibilidade e embasamento anatômico consistente.</p>
<p>À medida que a especialidade se consolida, o setor caminha para um cenário em que atualização constante, aprofundamento técnico e treinamento qualificado deixam de ser diferenciais ocasionais e passam a integrar o próprio núcleo da prática clínica contemporânea.</p>
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		<title>Treinamento com instrumentais reais: por que o realismo do treinamento faz toda a diferença</title>
		<link>https://blog.ossos.com.br/en/treinamento-com-instrumentais-reais-por-que-o-realismo-do-treinamento-faz-toda-a-diferenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:29:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe um princípio bem estabelecido nas ciências do desempenho: a qualidade do treinamento determina a qualidade da execução. Pilotos de aviação treinam em simuladores que replicam situações críticas de voo. Bombeiros praticam em estruturas preparadas para reproduzir condições próximas às de uma ocorrência real. A lógica é simples: quanto mais alinhado o treinamento estiver às [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="article-editor-paragraph article-editor-content__has-focus">Existe um princípio bem estabelecido nas ciências do desempenho: a qualidade do treinamento determina a qualidade da execução. Pilotos de aviação treinam em simuladores que replicam situações críticas de voo. Bombeiros praticam em estruturas preparadas para reproduzir condições próximas às de uma ocorrência real. A lógica é simples: quanto mais alinhado o treinamento estiver às condições práticas da atuação, menor a distância entre aprendizado e execução.</p>
<p class="article-editor-paragraph">Na medicina, esse princípio também se aplica, especialmente nas áreas cirúrgicas.</p>
<p class="article-editor-paragraph">Durante muito tempo, o treinamento cirúrgico dependeu de cadáveres, da observação em centro cirúrgico e de uma curva de aprendizado construída, em parte, sobre a própria prática clínica. Embora esse modelo tenha sido historicamente importante, suas limitações são conhecidas: acesso restrito, impossibilidade de repetição controlada, variabilidade anatômica e dificuldade de treinar técnicas específicas de forma sistemática.</p>
<p class="article-editor-paragraph">A evolução dos simuladores anatômicos surgiu justamente para ampliar as possibilidades de aprendizagem prática. Mas existe um ponto essencial nesse processo: não basta apenas reproduzir estruturas anatômicas. O treinamento ganha outra dimensão quando os modelos permitem a utilização dos mesmos instrumentais empregados na prática cirúrgica.</p>
<p class="article-editor-paragraph">Treinar com instrumentais reais em modelos desenvolvidos especificamente para esse fim contribui para aprimorar habilidades técnicas fundamentais, como coordenação motora, ergonomia, precisão de movimentos, angulação de acesso e reconhecimento anatômico. Além disso, permite que o profissional se familiarize com o comportamento dos materiais e com a dinâmica dos procedimentos em um ambiente controlado, seguro e repetível.</p>
<p class="article-editor-paragraph">É exatamente essa proposta que fundamentou o desenvolvimento do <a class="article-editor-link article-editor-link" href="https://ossos.com.br/sam-hip-10860.html?srsltid=AfmBOopaiyzzyTigY_qAmtJskcXSg6ZrCV5jk1o1PXYcf-icRRtnD-Mq" rel="noopener noreferrer">S.A.M &#8211; HIP</a>, o simulador anatômico de quadril da Nacional Ossos.</p>
<p class="article-editor-paragraph">Desenvolvido em parceria com o Dr. Marco Antonio Pedroni, o SAM-HIP é um modelo de pelve e fêmur com propriedades mecânicas próximas às do osso humano, incluindo partes moles. O simulador foi projetado para treinamento com instrumentais cirúrgicos reais, permitindo praticar procedimentos como artroscopia do quadril, osteossíntese, artroplastia, fixação com fios de Kirschner, inserção de âncoras e incisão e sutura de partes moles, com repetição segura e sem as limitações do ambiente cadavérico.</p>
<p class="article-editor-paragraph">O resultado é um processo de aprendizado mais consistente e acessível. O profissional pode desenvolver técnica, familiaridade com os instrumentais e confiança operacional em um modelo que responde de forma semelhante às estruturas humanas, favorecendo uma experiência prática mais próxima da realidade do procedimento.</p>
<p class="article-editor-paragraph">Quando o treinamento aproxima teoria e prática de maneira eficiente, o ganho não está apenas na aprendizagem técnica, mas também na segurança e na preparação do profissional para a atuação clínica.</p>
<p>O post <a href="https://blog.ossos.com.br/en/treinamento-com-instrumentais-reais-por-que-o-realismo-do-treinamento-faz-toda-a-diferenca/">Treinamento com instrumentais reais: por que o realismo do treinamento faz toda a diferença</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ossos.com.br/en/">Nacional Ossos</a>.</p>
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		<title>Modelos anatômicos ajudam paciente a entender melhor o tratamento odontológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 14:46:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Compreensão clara dos processos reduz ansiedade e melhora aderência ao plano terapêutico A comunicação clínica, na odontologia, não pode ser compreendida como um elemento acessório da prática, mas sim como um dos seus operadores centrais. Em contextos que envolvem procedimentos de maior complexidade, como implantes, reabilitações orais extensas e abordagens cirúrgicas, a forma como o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Compreensão clara dos processos reduz ansiedade e melhora aderência ao plano terapêutico</em></p>
<p>A comunicação clínica, na odontologia, não pode ser compreendida como um elemento acessório da prática, mas sim como um dos seus operadores centrais. Em contextos que envolvem procedimentos de maior complexidade, como implantes, reabilitações orais extensas e abordagens cirúrgicas, a forma como o profissional traduz o raciocínio técnico em linguagem acessível torna-se determinante para a condução do caso. Não se trata apenas de transmitir informação, mas de construir inteligibilidade, reduzir assimetrias de conhecimento e sustentar decisões compartilhadas.</p>
<p>Esse processo, entretanto, esbarra em um desafio recorrente: a distância entre o repertório técnico do cirurgião-dentista e a capacidade de apreensão do paciente. Estruturas anatômicas, etapas operatórias e desfechos esperados são, muitas vezes, apresentados de maneira abstrata, apoiados exclusivamente na linguagem verbal. O resultado, em não poucos casos, é a geração de insegurança, dúvidas persistentes e, consequentemente, menor adesão ao plano de tratamento.</p>
<p>É nesse ponto que a materialidade ganha relevância clínica. A possibilidade de visualizar, ainda que por meio de representação, aquilo que será abordado no procedimento transforma qualitativamente a comunicação. Modelos anatômicos permitem localizar, dimensionar e relacionar estruturas de forma concreta, oferecendo ao paciente uma referência que ultrapassa a explicação descritiva. Ao integrar o campo visual e, em certa medida, tátil, esses recursos ampliam a compreensão e favorecem uma percepção mais clara do que está sendo proposto.</p>
<p>No contexto da implantodontia e das reabilitações, por exemplo, o uso de réplicas ósseas específicas possibilita demonstrar, com precisão, aspectos como volume ósseo disponível, posicionamento de implantes e relação com estruturas adjacentes. Essa mediação contribui não apenas para o entendimento imediato, mas para a construção de confiança ao longo de todo o processo terapêutico.</p>
<p>Para além disso, estudos já evidenciaram que pacientes que não entendem o que será feito tendem a demonstrar maior ansiedade, menor adesão às orientações pós-operatórias e mais dificuldade em tomar decisões informadas. A confiança no profissional, embora importante, não substitui a compreensão do próprio tratamento.</p>
<p>Com esse enfoque, a Nacional Ossos desenvolve modelos anatômicos de alta fidelidade, voltados tanto ao treinamento técnico quanto ao suporte à comunicação clínica. Entre eles, destacam-se os modelos demonstrativos aplicados à prática odontológica, que permitem ao profissional qualificar suas explicações e tornar o atendimento mais didático e transparente.</p>
<p>Para conhecer em detalhes um desses modelos e explorar suas aplicações na rotina clínica, acesse: https://ossos.com.br/loja/odontologia/demonstrativos.html</p>
<p>Ao incorporar recursos que tornam o discurso clínico mais tangível, o profissional não apenas aprimora a comunicação, mas também eleva o padrão do cuidado. Em um cenário em que o paciente assume papel cada vez mais ativo, compreender passa a ser condição para decidir — e decidir bem é parte essencial de um tratamento bem-sucedido.</p>
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		<title>Nacional Ossos leva soluções avançadas em treinamento e demonstração ao CIOSP 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 13:42:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tratamentos menos invasivos, mais precisos, seguros e confortáveis, aliados a uma experiência cada vez mais positiva para o paciente, são uma tendência consolidada na prática odontológica contemporânea. Essa transformação estará em evidência no 43.º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), maior evento da área na América Latina, que ocorre de 28 a 31 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tratamentos menos invasivos, mais precisos, seguros e confortáveis, aliados a uma experiência cada vez mais positiva para o paciente, são uma tendência consolidada na prática odontológica contemporânea. Essa transformação estará em evidência no 43.º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (<a href="https://www.ciosp.com.br/">CIOSP</a>), maior evento da área na América Latina, que ocorre de 28 a 31 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e contará com a participação da <a href="http://ossos.com.br">Nacional Ossos</a>, referência mundial na fabricação de ossos sintéticos realísticos.</p>
<p>Em um cenário marcado pela rápida incorporação de novas tecnologias à saúde, a odontologia exige dos profissionais um aprimoramento constante — tanto do ponto de vista técnico quanto à forma de se comunicar e demonstrar os procedimentos aos pacientes. Nesse contexto, a Nacional Ossos oferece soluções que acompanham as novas demandas do mercado e a prática clínica mais avançada.</p>
<p>Com um portfólio que reúne <a href="https://ossos.com.br/categoria/odontologia.html?utm_source=Direto&amp;utm_medium=Organico&amp;utm_campaign=Direto&amp;utm_content=Home&amp;utm_term=&amp;ad_id=&amp;sck=Direto-Organico-Direto-Home--">mais de 300 produtos aplicados nas áreas de implantodontia, ortodontia, periodontia e bucomaxilofacial</a>, a empresa levará ao CIOSP uma seleção de itens que poderão ser conferidos de perto e adquiridos durante os quatro dias de feira.</p>
<p>Entre os destaques está a Maxila Acrílica com Implantes Angulados, modelo que facilita a comunicação com o paciente ao permitir que o dentista demonstre, de forma clara, como será a fixação de uma prótese total com implantes inclinados, evitando a necessidade de levantamento do seio maxilar para enxerto ósseo. “Trata-se de uma maxila com quatro implantes, sendo os dois laterais angulados, o que torna o procedimento mais simples, rápido e menos invasivo. É um produto único no mercado”, explica Dirceu Alves, diretor industrial da Nacional Ossos.</p>
<p>No estande da empresa no CIOSP, também estará a <a href="https://ossos.com.br/9768-mesa-clinica-em-acrilico-true-procedimento-mais-indicados-demonstracao-sistema-fixacao-muco-implanto-suportado-ideal-para-feiras-congressos-cursos-consultorio-nacional-ossos-artificiais.html?___SID=U">Mesa Clínica</a>, composta por seis peças em acrílico, entre mandíbulas e maxilas com implantes, abutments (pilares) e parafusos reais. O conjunto possibilita a demonstração de três tipos de fixação de prótese removível — O-ring, Barra Clip e Barra O-ring — além da prótese protocolo (fixa) com seis implantes superiores e quatro inferiores. “É uma excelente ferramenta de venda e demonstração do tratamento para pacientes que perderam todos os dentes de uma arcada”, pontua Alves.</p>
<p>O <a href="https://ossos.com.br/macro-modelo-nucleo-cod-8007.html?___SID=U">Macromodelo Núcleo</a> é outro produto estratégico. De forma lúdica, o kit permite explicar ao paciente a diferença entre a ponte fixa e o implante unitário. “Ele ajuda o implantodontista a mostrar as vantagens do implante, que preserva os dentes laterais sadios, evita o desgaste e a sobrecarga deles e facilita a higienização”, comenta o diretor industrial.</p>
<p>A Nacional Ossos ainda apresentará o<a href="https://ossos.com.br/manequim-escaneamento-preparo-12842.html?___SID=U"> Manequim para Escaneamento</a>, desenvolvido para treinar escaneamentos 3D intraorais e extraorais com alta precisão. Com fidelidade ótica e anatômica, o modelo é radiopaco e possui articulação que reproduz movimentos naturais da cavidade oral. “É um produto muito útil em um momento em que todos os dentistas estão aderindo ao escaneamento por ser mais preciso, permitir o planejamento digital da reabilitação oral e dispensar o uso de moldeira, que é desconfortável para o paciente”, destaca Alves.</p>
<p><a href="https://blog.ossos.com.br/inovacao-com-dna-brasileiro-fabrica-de-ossos-exporta-conhecimento/">Presente no CIOSP há mais de duas décadas</a>, a Nacional Ossos terá no local uma equipe dedicada a vendas, prospecção de novos negócios e demonstrações, com atendimento, inclusive, de participantes estrangeiros. “Vários professores ministradores e empresas expositoras do congresso, aliás, já são nossos clientes”, revela o diretor. O estande contará ainda com sala de reuniões para relacionamento com clientes e espaço instagramável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Nacional Ossos</strong></p>
<p>Pioneira na América Latina, a Nacional Ossos nasceu em 1995, em Jaú (SP), e tornou-se referência mundial em modelos anatômicos realistas. Presente em mais de 60 países, desenvolve ossos sintéticos humanos e animais com texturas e densidades semelhantes às reais, permitindo treinamentos seguros e padronizados em ortopedia, odontologia e veterinária.</p>
<p>Os mais de 2 mil modelos, incluindo versões com réplicas de músculos, tendões e realidade aumentada, permitem a simulação de procedimentos com precisão e sem riscos biológicos. Hoje, a empresa figura entre as três maiores do mundo no setor com atuação em três áreas da saúde e possui Certificado ESG Diamante, o mais alto reconhecimento internacional em sustentabilidade.</p>
<p>Com <a href="https://nacionalossos.pt/">centro de distribuição em Portugal</a>, a Nacional Ossos mantém foco em inovação e bioética, contribuindo para o desenvolvimento da medicina e da odontologia e a formação de profissionais em todo o planeta. Saiba mais em ossos.com.br e @nacionalossos</p>
<p>O post <a href="https://blog.ossos.com.br/en/nacional-ossos-no-ciosp-2026-modelos-odontologicos/">Nacional Ossos leva soluções avançadas em treinamento e demonstração ao CIOSP 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ossos.com.br/en/">Nacional Ossos</a>.</p>
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		<title>Há mais de 20 anos, Nacional Ossos participa da evolução da odontologia no CIOSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 13:29:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito além de uma vitrine de lançamentos e negócios, o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), cuja 43.ª edição começa nesta quarta-feira (28), consolidou-se, ao longo das décadas, como um ambiente fértil para a troca de ideias, a aproximação entre ciência e prática clínica e o surgimento de soluções que transformam o dia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Muito além de uma vitrine de lançamentos e negócios, o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (<a href="https://www.ciosp.com.br/">CIOSP</a>), cuja 43.ª edição começa nesta quarta-feira (28), consolidou-se, ao longo das décadas, como um ambiente fértil para a troca de ideias, a aproximação entre ciência e prática clínica e o surgimento de soluções que transformam o dia a dia dos consultórios. É nesse contexto que a trajetória da Nacional Ossos se entrelaça com a própria evolução da odontologia contemporânea.</p>
<p>Presente no CIOSP há mais de 20 anos, a empresa – referência mundial na fabricação de ossos sintéticos realísticos – acompanhou de perto as profundas transformações tecnológicas que redefiniram áreas como implantodontia, ortodontia, periodontia e cirurgia bucomaxilofacial. “A partir do diálogo permanente com os profissionais que estão na linha de frente da prática clínica, desenvolvemos produtos que permitem o treinamento de técnicas cada vez menos invasivas, mais precisas, seguras e confortáveis”, afirma a sócia-proprietária Fabiana Franceschi.</p>
<p>Para ela, participar do CIOSP é ocupar uma vitrine internacional e, ao mesmo tempo, manter viva a essência do encontro humano. “É um momento de reencontrar grandes professores, formadores de opinião e empresas fundamentais para a odontologia mundial, que são nossos parceiros e com quem temos a oportunidade de começar a desenvolver novos produtos. Grandes ideias já nasceram em conversas que aconteceram no CIOSP”, destaca.</p>
<p><strong>Tecnologia e encontro humano</strong></p>
<p>Na avaliação do sócio-proprietário Paulo Costa Silva Filho, a proximidade com quem desenvolve novas técnicas é um dos fatores que explicam a longevidade e a relevância da Nacional Ossos. “Estamos no mercado há mais de 30 anos, trabalhando junto com as grandes marcas de implantes desde o início da implantodontia no Brasil. São parceiros e amigos que criam soluções cada vez mais avançadas. E o CIOSP oferece um ambiente descontraído para trocar ideias, fortalecer o networking e evoluir junto com a odontologia”, pontua.</p>
<p>Entre as parcerias de destaque está a família Borelli, com quem a Nacional Ossos já lançou diversos produtos. A novidade mais recente é um manequim para treinamento de gengivoplastia em dentes anteriores e técnicas de tunelização em laterais — procedimentos cirúrgicos voltados à harmonização do sorriso.</p>
<p>Na edição de 2026, a empresa apresenta não apenas produtos que impulsionam a capacitação profissional por meio do aprendizado realista, mas também modelos que facilitam a comunicação com o paciente, como é o caso da Maxila Acrílica com Implantes Angulados, a Mesa Clínica e o Macromodelo Núcleo.</p>
<p><strong>Caminho para a internacionalização</strong></p>
<p>Além de funcionar como um verdadeiro “nascedouro” de ideias, o CIOSP também foi o ponto de partida para um dos momentos mais decisivos da trajetória da Nacional Ossos. Em 2007, um encontro durante o congresso resultou no convite para participar do International Dental Show (IDS), realizado na Alemanha.</p>
<p>Com pouco tempo para se preparar, Fabiana e Paulo embarcaram na experiência que abriu portas para a internacionalização definitiva da marca. “Foi tudo muito rápido, mas a partir dali passamos a participar de outros congressos internacionais e ampliamos nossa atuação no mundo”, relembra ela.</p>
<p>No CIOSP 2026, que ocorre de 28 a 31 de janeiro, no Expo Center Norte, em São Paulo, a Nacional Ossos reforça essa história construída a muitas mãos. Nos quatro dias de feira, a equipe de vendas recebe visitantes e parceiros no estande H183, na avenida 21000, Bloco Verde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Nacional Ossos</strong></p>
<p>Pioneira na América Latina, a Nacional Ossos nasceu em 1995, em Jaú (SP), e tornou-se <a href="https://blog.ossos.com.br/inovacao-com-dna-brasileiro-fabrica-de-ossos-exporta-conhecimento/">referência mundial</a> em modelos anatômicos realistas. Presente em mais de 60 países, desenvolve ossos sintéticos humanos e animais com texturas e densidades semelhantes às reais, permitindo treinamentos seguros e padronizados em ortopedia, odontologia e veterinária.</p>
<p>Os mais de 2 mil modelos, incluindo versões com réplicas de músculos, tendões e realidade aumentada, permitem a simulação de procedimentos com precisão e sem riscos biológicos. Hoje, a empresa figura entre as três maiores do mundo no setor com atuação em três áreas da saúde e possui Certificado ESG Diamante, o mais alto reconhecimento internacional em sustentabilidade.</p>
<p>Com centro de distribuição em Portugal, a Nacional Ossos mantém foco em inovação e bioética, contribuindo para o desenvolvimento da medicina e da odontologia e a formação de profissionais em todo o planeta. Saiba mais em <a href="https://ossos.com.br">ossos.com.br</a> e <a href="https://www.instagram.com/nacionalossos">@nacionalossos</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.ossos.com.br/en/nacional-ossos-participa-de-evolucao-da-odontologia/">Há mais de 20 anos, Nacional Ossos participa da evolução da odontologia no CIOSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ossos.com.br/en/">Nacional Ossos</a>.</p>
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		<title>Inovação com DNA brasileiro: ‘fábrica de ossos’ exporta conhecimento e expande presença no mundo</title>
		<link>https://blog.ossos.com.br/en/inovacao-com-dna-brasileiro-fabrica-de-ossos-exporta-conhecimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nacional Ossos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 12:05:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pioneira na América Latina, a Nacional Ossos produz modelos sintéticos que aprimoram o ensino em saúde e projetam o Brasil no cenário global de tecnologia médica &#160; Em um país que vem consolidando sua posição como polo de inovação e tecnologia, a trajetória da Nacional Ossos é um exemplo de como a pesquisa e o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://blog.ossos.com.br/en/inovacao-com-dna-brasileiro-fabrica-de-ossos-exporta-conhecimento/">Inovação com DNA brasileiro: ‘fábrica de ossos’ exporta conhecimento e expande presença no mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.ossos.com.br/en/">Nacional Ossos</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pioneira na América Latina, a Nacional Ossos produz modelos sintéticos que aprimoram o ensino em saúde e projetam o Brasil no cenário global de tecnologia médica</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um país que vem consolidando sua posição como polo de inovação e tecnologia, a trajetória da Nacional Ossos é um exemplo de como a pesquisa e o empreendedorismo podem colocar o Brasil no mapa das soluções globais em saúde. Fundada em 1995 na cidade de Jaú (SP), a empresa é pioneira na América Latina na produção de ossos sintéticos voltados ao ensino e hoje exporta para mais de 60 países.</p>
<p>O que começou como um experimento artesanal entre os fundadores Fabiana Franceschi e Paulo Costa Silva Filho tornou-se uma das mais respeitadas companhias do mundo no desenvolvimento de modelos anatômicos realistas. Seus modelos de ossos artificiais humanos e animais, usados por instituições de ensino na área de saúde, indústrias ortopédicas e consultórios médicos e odontológicos, possuem fidelidade surpreendente: reproduzem a anatomia interna e externa com densidades e texturas semelhantes às do osso real.</p>
<p>Mais do que simples réplicas, essas estruturas têm papel essencial na formação em ortopedia e veterinária. “Elas garantem segurança, padronização e repetibilidade nos treinamentos, essenciais para o avanço da medicina moderna. Além disso, reduzem a dependência do material biológico, cujo acesso é restrito”, explica Fabiana.</p>
<p>Os produtos &#8211; que não podem ser implantados em pessoas ou animais &#8211; são usados em treinamentos, cursos e workshops, contribuindo para reduzir o risco de erros nos procedimentos. Hoje, o portfólio reúne mais de 2 mil modelos, entre ossos íntegros, fraturados e com deformidades, como joelhos desalinhados, pés com joanete e crânios com variações anatômicas, além de peças para artroscopia e aquelas com realidade aumentada.</p>
<p>Há ainda modelos com veias, artérias, músculos e tendões, que agregam realismo aos treinamentos em cirurgias minimamente invasivas. Todas as linhas possuem radiopacidade, permitindo o uso em exames de imagem.</p>
<p>Nos últimos anos, a Nacional Ossos expandiu sua atuação para o segmento veterinário, com linhas completas para cães, gatos e equinos, sempre buscando atender as necessidades dos profissionais e as tendências da medicina. “Temos a flexibilidade e a tecnologia para criar soluções sob medida”, explica Paulo.</p>
<p>O processo é minucioso. Cada peça nasce do estudo detalhado da anatomia humana ou animal, com modelagem e injeção de poliuretano em moldes desenvolvidos na fábrica. O resultado são ossos que reagem mecanicamente como os reais, podendo ser perfurados, cortados e fixados com placas e parafusos, sem risco de contaminação e sem necessidade de ambiente cirúrgico.</p>
<p>Esse conjunto de inovações consolidou a empresa entre as três maiores do mundo do setor que atendem simultaneamente às áreas de ortopedia, odontologia e veterinária. Com a recente aquisição de uma operação em Portugal, a Nacional Ossos estruturou um centro de distribuição estratégico para a Europa, garantindo mais agilidade nas entregas e abrindo caminho para novos distribuidores em outros continentes.</p>
<p>“Nosso objetivo é tornar o acesso aos nossos produtos ainda mais rápido e eficiente e fortalecer a presença brasileira em mercados muito exigentes”, afirma Paulo. Hoje, o mercado externo representa cerca de 20% da receita do negócio, com o continente europeu respondendo por parte importante das exportações, que também chegam a países como Estados Unidos, Índia e Israel.</p>
<p>Além do compromisso com a sustentabilidade e a bioética ao reduzir a dependência de ossos naturais em aulas e treinamentos, a empresa também adota boas práticas de fabricação, gestão de resíduos e mantém certificações que reforçam sua política ESG. “Nosso trabalho é transformar conhecimento em prática e contribuir com o futuro da saúde. Criamos produtos que ajudam a salvar vidas”, resume Fabiana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Investimentos em tecnologia e inovação cresceram 81%</strong></p>
<p>Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), houve um salto expressivo em investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I) nos últimos três anos no Brasil. Com a retomada e o fortalecimento do papel estratégico do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), foram liberados mais de R$ 39 bilhões em recursos no período, ante a R$ 21,5 bilhões de 2020 a 2022, uma alta de 81%. Além disso, só em 2025, outros R$ 22 bilhões que estavam retidos passaram a ampliar a capacidade de financiamento em pesquisas de ponta.</p>
<p>Ainda de acordo com o MCTI, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), principal agência brasileira de apoio à inovação empresarial e científica, já investiu R$ 34 bilhões em 2.905 projetos de pesquisa e inovação vinculados à Nova Indústria Brasil (NIB), incluindo recursos para universidades e institutos de pesquisa e crédito a empresas.</p>
<p>Na área de saúde, entre os destaques recentes estão investimentos na construção do primeiro laboratório de segurança biológica máxima (NB4) do mundo, que permitirá estudos avançados de patógenos de alto risco; o fortalecimento do Complexo Econômico e Industrial da Saúde, focado em novos medicamentos, insumos farmacêuticos ativos e dispositivos médicos para o SUS; e o reator multipropósito (RMB) para pesquisa nuclear na medicina e indústria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sobre a Nacional Ossos</strong></p>
<p>Pioneira na América Latina, a Nacional Ossos nasceu em 1995, em Jaú (SP), e tornou-se referência mundial em modelos anatômicos realistas. Presente em mais de 60 países, desenvolve ossos sintéticos humanos e animais com texturas e densidades semelhantes às reais, permitindo treinos seguros e padronizados em ortopedia, odontologia e veterinária.</p>
<p>Os mais de 2 mil modelos, incluindo versões com réplicas de músculos, tendões e realidade aumentada, permitem a simulação de procedimentos com precisão e sem riscos biológicos. Hoje, a empresa figura entre as três maiores do mundo no setor com atuação em três áreas da saúde.</p>
<p>Com centro de distribuição em Portugal, a Nacional Ossos mantém foco em inovação, sustentabilidade e bioética, contribuindo para o desenvolvimento da medicina e da odontologia e a formação de profissionais em todo o planeta. Saiba mais em <a href="https://www.ossos.com.br">ossos.com.br</a> e <a href="https://www.instagram.com/nacionalossos">@nacionalossos</a></p>
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